Resultado

Publicado: 05/05/2012 em Meta

Olá Heidi,

 

Parabéns…Você passou a primeira etapa para iniciar-se nas “Artes dos Guerreiros sem Armas”!!!

 

Este é um convite para um variado conjunto de atividades e provas elaboradas para despertar e aprimorar em você as suas qualidades de Guerreiro Sem Armas:

 

ATENÇÃO – DISCIPLINA – COMPROMISSO –VONTADE – REALIZAÇÃO

 

Você terá como parceiros um grupo de pessoas muito interessantes que atuam em comunidade e querem transformar o mundo, juntos. Com certeza não faltarão oportunidades para trocar experiências e conhecimentos entre os participantes.

 

Um grupo rico e diverso

Foram mais de 600 inscritos de 60 países ao todo, até agora selecionamos 35 jovens de 13 países com qualidades para ser Guerreiros e 4 pessoas estão na lista de espera.

 

Quanto custa formar um Guerreiro

O programa tem um custo de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

Você pode fazer o pagamento deste valor utilizando o cartão de crédito e neste caso o pagamento pode ser parcelado em 10 vezes.

Se você puder fazer o pagamento até o dia 30 de Abril, o valor com desconto será de R$ 4.750,00.

Se nenhuma das opções de pagamento é confortável com você, entre em contato com o André através do e-mail andre@institutoelos.org e faça uma contra-proposta. Não perca tempo.

 

 

Próximos passos

  • Em primeiro lugar: Dê sinal de vida! Como você sabe, temos uma lista de espera e precisamos saber o quanto antes se você participará do programa ou se devemos chamar outra pessoa. vamos esperar o seu contato até o dia 09 de maio;
  • Em segundo lugar: vamos agendar uma chamada skype? Precisamos alinhar expectativas e conversar um pouco sobre o programa, como ele acontece e o que você pode esperar. É neste momento também que vamos falar mais sobre aptação de recursos para viabilizar a sua vinda para o programa, caso necessário.
  • Precisamos de algumas informações suas por isso, responda o questionário em anexo e me envie até o dia 09 de maio;

 

Parabéns!

Finalização do blog

Publicado: 16/04/2012 em Meta
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Algumas pessoas ainda estão acompanhando o blog, então, para finalizá-lo, digo o seguinte: não sei o final da história. Não sei se realmente vou para o Guerreiros Sem Armas em julho de 2012. Saberei no momento certo. Mas as sementes plantadas durante o processo estão germinando. Ontem li um trecho de um livro que fez todo o sentido para mim, e vou utilizá-lo para fazer o fechamento das tarefas.

If you’d like to experiment with exploring your work as gift, here are some things to consider abouts gifts and gifting. A gift is a gift when:

I offer freely. There are no conditions. I give it because I want people to have it. I do not need to gain from it personally.

I let go the needing the gift to be appreciated. I don’t call attention to how hard I’ve worked, what it’s taken me to get here, how dedicated and commited I am, what a good generous person I am.

I don’t look for approval, recognition, or thanks. I offer my work, then turn away. I don’t stand and wait for compliments. I don’t expect any kind of gratitude. I don’t resent the people who didn’t thank me.

I let go of what I just offered. I move on, looking for the next place I might contribute.

Walk out Walk On – Margaret Wheatley and Deborah Frieze. 

 Enquanto isso, continuo com o meu outro blog e a minha jornada de aprendizagem em educação e convido-os a colaborarem com as suas ideias e comentários lá também: http://heidihirano.wordpress.com

Queremos saber como foi o jogo para você.

VOCÊ NO JOGO

Como foi a sua atuação no jogo?

Sempre fui muito exigente comigo mesma e acho sempre que há muitas maneiras de melhorar o que foi feito. Mas posso afirmar que atuei da melhor forma que eu podia, dentro das minhas possibilidades.

Quais foram os seus pontos positivos? 

  • (+)  busquei o melhor dentro de mim: minha força, coragem, positividade, criatividade e amor
  • (+) a força dos amigos, parceiro, família e dos companheiros de Caminho do Guerreiro foram fundamentais para o processo
  • (+) pude utilizar todas as minhas ferramentas que tenho adquirido nos últimos anos: pinturas, desenhos, músicas, experiências, edição de vídeos, fotografia, arte e brincadeiras. Só faltou uma filmadora para os documentário ficar mais dinâmico.
  • (+) ajuda dos meus livros de cabeceira durante essa época foram “Walk Out, Walk On”, “Calling the Circle”, “Appreciative Inquiry”, “The Barefoot Guide 1 and 2” e  “Be the Change Action Guide”. Todos eles me inspiram e sempre refrescam as minhas ideias quando tenho dúvidas se algo vai dar certo
 Quais seus pontos negativos? 
  • (-) às vezes senti medo, angústia com o prazo,desânimo com a hostilidade das pessoas ou fui barrada pelos limites culturais
  • (-) minha cabeça estava nas tarefas, que me davam força, mas também na minha mudança de casa e país
  • (-) o meu plano inicial foi mudando de acordo com o que surgiu no meio do caminho. Ficou um pouco confuso, mas era necessário
  • (-) ainda estou preocupada como vou poder participar financeiramente do jogo. Infelizmente, não tenho trabalhado há algum tempo, e não estou com condições financeiras para participar. Mas para mim, valeu a pena cada fase do processo GSA.
O que você mudaria na sua atitude desde o começo do jogo?
  • (<=>) acreditaria desde o começo na minha capacidade de  jogar, dar o melhor de mim, sem medo de ser feliz e me divertir! Até a tarefa 2 eu estava leve. Depois da 3ª tarefa comecei a ficar um tanto desesperada. As pessoas ao meu redor que me fizerar crer novamente que estava tudo dando certo.

O JOGO EM VOCÊ

Conte para nós qual o efeito do jogo em você. 

O jogo me deu forças não só para o Guerreiros Sem Armas, mas no meu dia a dia, na minha vida. Fiquei mais entusiasmada com o que estava à minha volta, por pior que fosse o contexto, eu vi um desafio para melhorar aquilo. Foi instigante, emocionante e me fez querer jogar cada vez mais, independente do resultado do processo.

O que considerou positivo no processo? 

  • (+) as regras eram bem claras e, apesar de difíceis, eram muito inspiradoras
  • (+) o fato de poder acompanhar os outros Guerreiros através dos seus blogs fez com que eu já me sentisse parte de uma comunidade de mudança
  • (+) as Redes Sociais foram fundamentais para o andamento do projeto
  • (+) muitas pessoas que participaram das tarefas também tornaram um pedacinho do sonho delas em realidade
O que considerou negativo, difícil ou pouco eficiente?
  • (-) fiquei preocupada com os companheiros que desistiram no meio do processo. Eu entrava no link de cada um, e às vezes não encontrei nada. Dava uma vontade de chamá-los pra junto de mim e falar “não desista! vamos juntos nessa?”
  • (-) quando via todo mundo mobilizando a sua rua, sua comunidade e familiares presencialmente, senti que a minha tarefa estava vazia, faltando o toque pessoal. Ainda bem que fui salva pelos meus amigos e família, mesmo à distância.

MINHAS INTENÇÕES

Por que participar do GSA 2012?

Há alguns anos atrás ouvi pela primeira vez sobre o GSA. Achei uma loucura! “Mudar o mundo tão rápido? Em formato de jogo? Impossível. É sonho!”.  E nos caminhos da vida, fui conhecendo cada vez mais gente envolvida com o Instituto Elos, Guerreiros e agora, até com o Playing The Call. Agora, na minha afirmação só tiro uma afirmação: “impossível”, pois podemos fazer tudo virar possível, é só querer. Cada tarefa do jogo era um desafio que me impulsionava ainda mais.

Hoje estou ouvindo o chamado da minha terra: Brasil. É lá onde eu quero colocar as minhas mãos na massa. É lá onde eu quero encontrar a minha rede. O GSA 2012 veio como um grande  chamado em letras garrafais, com alto e bom som, de que a mudança é agora, é já! E é pra lá que eu quero ir. É lá que eu quero fazer a arte de transformar sonhos em realidade!!!

Apenas para ilustrar, aí vai uma música que eu sempre amei no Movimento Escoteiro (o qual fiz parte durante 14 anos da minha vida) e faz todo o sentido para este momento da minha vida, e com a minha ação no jogo. Estou sem filmadora aqui, senão cantava com o meu violãozinho (que saudades de tocar!), então divulgo a letra:

SERVIR

Vi tanta gente andando, vi tanta gente só
Eu vi tanta gente andando, vi tanta gente só
Estender a mão a um irmão, pensarei em você
Com o pensamento entre as nuvens
Passo contra passo, verdade

Tenho certeza do que procuro
Procuro seus brilhantes no escuro, escuro, escuro.
Quando es tivermos tristes , juntos vamos sorrir
Vivemos a verdade simples
Unidos pela vontade de servir, servir, servir.

Muitas vezes nos sentimos sós, e enxergamos outras pessoas com o mesmo sentimento. Basta estendermos a mão para caminharmos e sonharmos juntos, passo a passo, lado a lado. Às vezes estamos na escuridão, onde sentimos muito medo e somos tomados pela tristeza. Mas juntos, unidos, sorrimos um para o outro, unidos pela vontade de SERVIR. (Servir é o lema dos pioneiros, a última fase do jovem escoteiro, já quase com 21 anos de idade. É a fase em que ele já está formado, e iniciando a vida adulta. É nesta fase que ele se volta para a Comunidade e oferece os seus serviços. É um dos momentos mais bonitos que eu, particularmente, enxergo no Movimento Escoteiro).

MEU COMPROMISSO

Com o que sabe até agora, o que pretende fazer depois de participar do GSA 2012?

O GSA vibra energia. A metodologia é linda, as pessoas e o processo me encantam. Para mim, é força pura! O que virá depois, a gente nunca tem certeza, mas tenho fé de que seja um caminho de muita luz para que eu retome a minha meta de construir a Educação que acredito.

Mini-vídeo de alguns momentos marcantes do processo: Fim do jogo, ou só o início?

Agora, só basta esperar o resultado, agradecer meus amigos, o Instituto Elos, e torcer pelos meus companheiros.

PRAZO: Meia noite do dia 12 de Abril. Você tem 3 dias para finalizar o passo 6.

Aparentemente, as pessoas abaixo tem pouco em comum. Cada um está num lugar, não se conhecem e não sabem da história do outro. No entanto, um grande laço se forma. Um recebe, outro ajuda. Outro recebe, outro ajuda. De pessoas desconhecidas, nos tornamos uma grande família. Gentileza Gera Gentileza.

(Ofereço uma música do Playing for Change – Connecting the world through music enquanto você lê todas as histórias que aconteceram pelo mundo e foram compartilhadas para esta tarefa.)

(Paris, França) Stitch tem um casal de amigos que recebeu: “Eles saíram do país pela primeira vez e levaram, cada um, uma mala enorme com quase 30kg cada uma! Eles não sabiam falar nada de francês, apenas um pouco de inglês. Eles chegaram no aeroporto e tinham que se virar para ir até o hotel, com mala e cuia! Entraram num trem, pois tinham recebido essa orientação num balcão de informações para turistas, e durante o trajeto, penso eu, deixaram transparecer que estavam perdidos e sem saber o que fazer, pois o hotel era bem longe do aeroporto. Eis que um jovem parisiense, vendo a cena, se ofereceu para ajudá-los, mas ele não sabia falar nada além de francês! Então eles se comunicaram por mímica e o meu amigo mostrou o endereço do hotel anotado num papel. Desde então, o parisiense tomou a dianteira de tudo: carregou a mala da minha amiga escada e ruas acima e saiu do seu trajeto para deixá-los, em segurança, no hotel. Meus amigos ficaram muito gratos e dividiram com todo mundo essa história, pois a fama dos parisienses não é de serem os mais simpáticos, mas isso sim foi uma gentileza!”

(Michigan, USA) Mari semeou: “Minha gentileza é cuidar dos filhos dos meus amigos. Filhos barulhentos, filhos gulosos, carinhosos, outros bagunceiros, mas todos peludos. Sim, em casa sempre tem um gato ou um cachorro visitando, ou tudo junto. Hoje em casa tem 2 gatos, o Rick e o Fedido, e o Jones que é um pitbull. Trabalho dá, mas dá alegria tambem. “

(Vancouver, Canada) Karen recebeu: “o gesto mais recente de gentileza que recebi foram estas singelas flores… recebi quando completei 1 ano no Canada.  1 delas representa o primeiro ano e a outra a possibilidade do segundo ano. Fiquei muito emocionada… foi numa das manhãs de sexta-feira na qual me reúno com 4 amigas para tomar café da manhã e falar sobre a vida, sobre Deus e sobre nosso lugar no mundo… bem especial a surpresa que recebi.”

(São Paulo, Brasil) Domingos recebeu:  “eu estava investigando um sintoma de doença e uma ajudante de um médico, percebendo que eu precisava de ajuda “extra-clínica” me passou o nome de dois livros e recomendou que eu fizesse yoga. Li os livros e segui seu conselho…e foi muito bom! Ela não tinha nenhum interesse a não ser o bem de um desconhecido…muito legal! Acabo de fazer uma oração por ela, desejando todo o bem, algo que nunca tinha feito!”.

(São Paulo, Brasil) Domingos semeou “um amigo meu tinha apenas 12 anos de idade, quando decidiu ajudar a amiga da mãe dele, uma mulher negra de vinte e poucos anos de idade, a progredir nos estudos já que só era alfabetizada e mais nada. Durante um bom tempo, deu aulas de matemática e português para esta moça, também sem esperar nada em troca e ela pode se formar na escola fundamental. Muitos anos depois, soube por sua mãe que a Vera, aquela amiga, tinha-se graduado no nível superior e era uma bem sucedida profissional!”

(Rio de Janeiro, Brasil) Fê recebeu a história do Profeta Gentileza e semeou “Estava eu no Rio de Janeiro e me contaram sobre a história de um cara que escrevia em postes e viadutos palavras de gentileza…Depois descobri que tem até uma música da Marisa Monte sobre ele…!” De repente, ele recebeu o meu email perguntando sobre Gentileza.

(São Paulo, Brasil) Uli semeou a música da Marisa Monte, sem saber da história do Fê: http://www.youtube.com/watch?v=kbyC7IeJRNc&feature=fvst

(São Paulo, Brasil) Rô ofereceu o seu assento para uma pessoa idosa num vagão cheio do metrô se São Paulo. O senhor recusou, mesmo quando ele insistiu diversas vezes em oferecer o seu banco. Depois, o senhor encontrou outro assento, olhou com bondade para o Rô e lhe ofereceu uma bala como gesto de agradecimento. Rô semeou, mas acabou recebendo.

(Rio de Janeiro, Brasil) Cris Silva semeou: Numa noite bem gelada, algo me tocou em relação ao meu bem-estar, fato que me fez agradecer a Deus por ter minha casa, minha cama com lençóis, cobertores e tudo que preciso para estar acolhida. Mas ao mesmo tempo em que eu agradecia por esse conforto, lembrei das pessoas que moram na rua, que naquele momento deveriam estar sentindo muito frio… Iniciei uma busca pelo guarda-roupa e peguei casacos e outras coisas que não estavam sendo usados. Fui em busca dos moradores de rua que vivem no meu bairro. Um deles estava deitado perto de um bar, onde várias pessoas bebiam. Esse morador estava em cima de um papelão, e com a cabeça recostada no degrau de uma loja que estava fechada, só com a roupa do corpo e um lençol que mal dava para cobrí-lo. Eu o toquei calmamente e disse que gostaria de oferecer um agasalho. Perguntei se ele aceitava. Ele sentou-se e balançou a cabeça dizendo que sim. Então eu ofereci ajuda para vestí-lo. Peguei o agasalho mais quentinho de todos para que ele passasse por aquela noite gélida. As pessoas do bar pararam diante da cena, mas não me importei com elas. Terminei de vestí-lo e, por sorte eu tinha também uma mantinha e um outro agasalho. Enrolei este último para fazer de travesseiro e pedi que deitasse que eu iria cobrí-lo com a mantinha. Ele deitou e eu assim fiz, dizendo que dormisse com Deus. Ele, sem falar nada, estendeu a mão e fez um gesto de agradecimento, o que me emocionou. Como ainda tinha mais algumas coisas, fui em busca de outros moradores. E achei um abrigo improvisado com telha. Chamei e não tinha ninguém. Então deixei a sacola com  agasalhos lá, na esperança de que ao chegarem, eles encontrassem algo que pudesse aquecê-los e amenizar o frio de dias tão cruéis.

(Rio de Janeiro, Brasil) Cris Silva recebeu: Um gesto de muita gentileza e solidariedade que recebi foi quando minha vó estava doente. E minha amiga Jade Vasconcelos, com o irmão internado em estado gravíssimo, ligou para dizer que poderia ficar comigo um pouco. Eu não aceitei, mas achei a coisa mais linda. Atitudes que não esquecemos!

(Auckland, NZ – Born in Cambodja and lived for a while in Africa) Yong Ly received: my climb up kilimanjaro. Birthday present from my friends in nz.. 😛

(São Paulo, Brasil) Tass semeou: “O trânsito de São Paulo esta cada vez mais estressante e eu estava dirigindo cada vez mais agressivamente, excesso de velocidade, dando fechadas e fazendo manobras irregulares. Eu decidi mudar, estou respeitando os limites de velocidade, evito de fazer manobras irregulares e principalmente adotei a gentileza, agora dou passagem a todos que me solicitam. Eu contei, são em média 10 ações desta por dia. É interessante que muitos depois que passam dão sinal de positivo, outros buzinam e outros acenam.”

(Ceará, Brasil) Lucila semeou: “Meu primo, com quem tenho muita proximidade, perdeu a mãe, a tia que eu mais amava, em razão de um câncer violento em há alguns anos. Em 2009, ele se casou com uma moça do Ceará, cuja família era apenas a mãe, que morava lá. Eles foram morar na mesma cidade da mãe dela e se afastaram um pouco da familia de São Paulo. Perdemos um pouco o contato por isso… No fim do ano passado, a mãe dela teve exatamente o mesmo câncer que minha tia, com a mesma gravidade. Meu primo e a esposa reviveram todo o sofrimento, mas sozinhos lá no Ceará, não tinha ninguém por perto. Eu fiquei muito triste com a notícia, e queria fazer alguma coisa para ajudá-los… Como era Natal, resolvi que visitaria a sogra dele, que eu nem conhecia, mas, de alguma forma, queria estar presente naquele momento. Foi uma vontade muito forte, como se eu tivesse sentido uma grande necessidade de ir… Era um domingo, apareci por lá e eles ficaram super felizes com a visita inesperada, me agradecem sempre… Eu fui à casa do meu primo, e ele me confessou, magoado, que desde que ele morava lá, ninguém da nossa família tinha ido visitar a casa deles, tampouco a sogra, que estava no hospital… Morri de pena… No fim do dia, fui ao hospital ver a sogra dele, meio receosa de ser intrometida pois ela nem sabia quem eu era, mas a reação dela foi oposta a essa: ela insistiu para que eu ficasse ao lado dela no leito da UTI durante os 30 minutos de visita que eram permitidos. Chorei muito, rememorando o sofrimento com a doença da minha tia, e sentindo que ela estava super mal… Fui embora no mesmo dia, e, 10 dias depois da minha visita, meu primo me ligou, avisando da morte dela… Muito embora eu não tenha participado tanto da doença dela, me doei com muita intensidade durante o pouco tempo que pude estar por perto, e percebi o quanto esse pequeno gesto, que significou tanto pra mim, também teve um significado forte pro meu primo e pra esposa. Tive a nítida sensação de prestar uma homenagem pra sogra do meu primo, pra minha tia, pro meu primo.”

(Johannesburg, Africa) Malcolm offered: A black man looked at me as I crossed the road, leaving the office. His arm was hanging oddly from his shoulder. He lifted his sleeve. There was blood all over it. His limb was looking unnatural- the bone structure appeared all wrong. An electric bolt convulsed through me. This man was in serious trouble. I can’t remember our earliest exchanges. But in a flash, my gut decided that I would help this guy. We went to Johannesburg General Hospital. As a foreigner (the man was from Mozambique), they refused to treat him unless he could present his permit and pay the fees for admission and the operation- a total cost of 1300 rand. He had two broken bones. They gave him a painkiller injection and he left. He said “I sent a boy to go and get my permit. I’m going to meet him at a taxi stop in town. But I still need money. If you gave me the money, I would get it back to you in two weeks. Just give me your phone number.” I was making a number of calculations in my head. 1300 rand is a lot of money here (about NZ$250). I have a fear of being a soft touch for charlatans- a fool and his money are easily parted. However, I felt the path for me was clear. This guy was in dire straights. I reaffirmed my determination that I would help him.I drew up to a spot close to the taxi area, opened my wallet and gave him 1300 rand.“This is a gift. You don’t need to pay me back. I will come and visit you in the hospital tomorrow.”

(Auckland, New Zealand) Malcolm received:  I was a boarding a plane to Auckland from where I wouldgo to a music festival. My pocket was empty. They weren’t cheap tickets. NZ$239. I began writing a text to my mother who had driven me to the airport. “Please turn off all electronic devices.” As my morale deflated, I looked up to see an attractive young stewardess walking down the aisle. She had something in her hand. My eyes grew wider. I saw the word ‘ticketek’.”Are those my tickets?” I was completely stunned.-“You must have dropped them in the airport. A policeman found them and gave them to us.” She handed them to me. A policeman? But how did he know I was here? – “Your name is on the receipt. He must have found out which flight we were on. He gave them to our ground staff who passed them to us.” Thank you to the thoughtful person who found my tickets and went to the trouble of tracking me down. Thank you to the Jetstar staff who got the ticket to me so promptly. Acts of kindness like this make strangers feel like family.

(Tokyo, Nihon) Megumi Wadano ofereceu: Ela é artista e veio lá do Japão até a NZ. Estava fazendo estes desenhos enquanto eu estava vendo uma exposição de artes no final de semana. Coincidência ou não, ela estava justamente pintando este cartaz “One Love”, dentre várias outras mensagens de amor e alegria que ela pinta.

(São Paulo, Brasil) Heidi recebeu:  Há cerca de 10 anos atrás, eu estava muito mal humorada, soltando fumaças pela cabeça e sentei num banco do metrô Ana Rosa. Um velhinho japonês, olhou para mim com bondade e me ofereceu um Tsuru. Ele contou que fazia isso todos os dias e me fez refletir o por quê ele estava fazendo aquilo. O que ele recebia em troca? Na hora fiquei atordoada e sem graça. Mas anos depois, lembro exatamente o que aquele velhinho fez por mim: Me deu um novo e belo dia, sem pedir nenhuma retribuição!

(Auckland, New Zealand) Heidi semeou: Este país que me recebeu durante 10 meses, foi testemunha da minha angústia, medo e total incompreensão dessa cultura em alguns momentos. Ele acolheu as minhas lágrimas com suas lindas paisagens e ar fresco, puro e calmo. Dei-lhe de presente, através das mais de 100 pessoas, a seguinte mensagem “Practice random kindness & senseless acts of beauty” carregada por um colorido tsuru mensageiro.

Tentei entregar para todo o meu prédio, mas para a minha surpresa, os “boundaries” (ou barreiras) são bem delimitadas aqui:

  1. Tentei acessar os outros andares pelo elevador, mas meu cartão não foi aceito.
  2. Não desisiti, fui pelas escadas de incêndio, mas as portas estavam trancadas quando tentava abri-las. Peguei a chave do meu andar, mas não funcionava. Só consegui destrancar o térreo e o meu andar.
  3. Então resolvi entregar apenas para os vizinhos de andar e para as pessoas da rua mesmo. Lá na rua, não existem esses limites de contato e pude entregar para quem quis receber este presente.

Lembro-me do workshop da Margaret Wheatley em Massachussets há 2 anos atrás, onde ela dizia para ficarmos ABAIXO DO RADAR, ou seja, as pessoas não necessariamente precisam ficar em destaque ou serem reconhecidas quando fazem atos nobres de amor. E nem esperar por este reconhecimento. Assim foi com essas pessoas que me ajudaram em todas as tarefas. Elas o fizeram por puro prazer e amizade. Algumas, me agradeceram por poder fornecer apenas uma pergunta ( foram presenteadas novamente pela gentileza que receberam, só pela lembrança). Outras, apenas compartilharam um momento marcante de suas vidas, nem perceberam direito a grandeza do que fizeram e algumas vezes, permaneceramcom a sua identidade não revelada. Eu mesma, aprendi muito com cada uma dessas pessoas, durante a minha vida, e agora, com essas lições de amor.

Há uma onda de Gentilezas ao meu redor. E no seu? Você já recebeu ou ofereceu algum gesto de gentileza? Você já tentou ver o mundo de uma perspectiva diferente?  Experimente! Existem “tsurus” mensageiros por todos os lados…é só enxergar com atenção.

“One love, one heart. Let’s get together and feel alright”

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 5, 4, 3, 2, 1… JÁ! Estamos loucos para ver você em ação! Chegou a hora de gerar a transformação na sua comunidade, usando o plano que você fez e os recursos que reuniu.

PRAZO: Meia noite do dia 9 de Abril de 2012. Você tem 10 dias para completar o passo 5.

Se você conseguiu realizar a sua ação, postou fotos, vídeos, relatos ou depoimentos no seu blog… o descanso merecido está chegando. Clique aqui para receber a última tarefa.

DICA: É importante ver como vai documentar toda a sua ação para que ela fique clara para os outros como foi a desempenho do seu plano.

DEVER DE CASA: Pense de que maneira o jogo mudou sua vida!


Agora é hora de colocar o seu plano em prática. Você já fez contato com a sua rede e com os outros participantes para colaborar com você. Conte-nos como conseguiu reunir as pessoas e quem são elas. Liste os talentos e recursos que poderá contar. Mostre o seu planejamento, seja detalhista explicando porque cada pessoa que escolheu é importante na implementação do seu plano.

Prazo: Meia noite do dia 29 de Março. Você tem 4 dias para realizar o passo 4.

Se você já conseguiu elaborar uma lista de pessoas com que poderá contar e que talentos elas têm para contribuir no seu projeto, mande um email para val@institutoelos.org e volte aqui para conhecer a 5a tarefa no dia 30 de Março.

Dica: O desafio é estar aberto para a contruibuição da sua comunidade de apoio e fazer as mudanças que se fizerem necessárias para que a sua ideia se torne um sonho coletivo

Recursos: Textos, desenhos, fotos, vídeos, mapa do local de atuação, mapa da sua rede

Dever de casa: Faça uma agenda de reuniões e ações necessárias para colocar sua ideia em prática

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GENTILEZA

GERA

GENTILEZA

Aqui na Nova Zelândia, já estou reunindo os recursos necessários para o plano do CUIDAR DO OUTRO, através de gestos de gentileza. Estou contando com o apoio do Rô, para me ajudar a fazer os Tsurus e as mensagens que serão distribuídas porta-a-porta do prédio. Ele que forneceu todo o material que será utilizado.

Inspirações para a ação na NZ: Quando visitei Hiroshima, um dos locais que mais me emocionaram na vida foi o Peace Memorial Park. Me deparei com um gesto de uma criança que me afetou a alma e as minhas raízes japonesas. Veja sobre os tsurus de origami, e a linda história de Sadako Sasaki. Para a ação que escolhi fazer aqui, os tsurus de origami serão os mensageiros da frase: “Practice random kindness and senseless acts of beauty” – de Anne Herbert

No Brasil e demais locais, contei com os emails e as Redes Sociais para encontrar pessoas com o seguinte talento: o interesse genuíno em praticar Gentileza, sem nada em troca. O convite foi enviado:

Apesar de simples, poucas pessoas conseguem , com mestria, lidar com este talento do Ser Humano. Cada uma dessas pessoas abaixo teve uma experiência de Cuidar do Outro e compartilhou comigo a sua história ou gesto. Não pedi que me dissessem a sua profissão, mas sim, qual o seu talento. Isso foi muito melhor, pois conseguimos enxergar quem elas são, no seu “Core”. Desta forma, criamos uma Corrente do Bem forte e real, sem máscaras, sem bloqueios ou rótulos, em diferentes locais do mundo. Afinal, todos podem fazer parte desta rede!

  • Cris  – talento: “Eu vim ao mundo para ajudar ao próximo. Sempre senti isso de uma forma muito verdadeira. E me dedico aos amigos, familiares e aos que não conheço.”
  • Domingos  – talento: buscar incansavelmente a melhoria.
  • Fê – talento: a capacidade de aprender. “Tento sempre aprender algo novo, tanto no âmbito profissional, quanto em coisas simples, mesmo do dia a dia. Penso o quanto já mudei, ou melhor, amadureci nesses anos todos, sempre tentando tirar aprendizados das situações.”
  • Karen  – talento: construir amizades duradouras
  • Lucila  – talento:  “Estar disponível quando precisam de mim”
  • Malcolm  – talent: finding hints of wonder in the mundane moments of life (encontrar indícios de maravilha nos momentos triviais da vida)
  • Mari – talento: cuidar do outro
  • Ro – talento: sugerir soluções para problemas complexos
  • Tass – talento: “Qdo eu morava no interior eu me considerava muito bom em plantar hortaliças (eu plantava de tudo no quintal da minha casa), hoje acho que administrar produção.”
  • Stitch – talento: “o meu talento é através da Psicologia. Escolhi ser psicóloga e todos os dias faço uma nova escolha em trabalhar com isso, pois acho que sou assim desde que me conheço por gente: confio e acredito na palavra como instrumento para uma melhor relação do eu com o eu mesmo, do eu com o mundo e do mundo com o eu!”

E quanto ao CUIDAR DO PLANETA?

No Brasil, meu pai arquiteto, me contou das suas obras que estão sendo construídas, todos ligados à Sustentabilidade:

“Projeto aceito pela Associação Assistencial Dom José Gaspar – Ykoi-no-sono de Guarulhos-SP para cerca de 300 idosos, cujas caracteristicas atendem aos principios de habitações baseados no tema, como :
-ambientes e quartos com usos de insolação e ventilação naturais
-materiais de construção ecologicamente corretos
-reuso de águas pluviais captados em reservatorios d’agua para lavagem e irrigação
-coletores solares para aquecimento d’agua
-cobertura com células fotovoltaicas para energia elétrica local
-circulaçãoes de pedestres sem barreiras com acesso universal (pessoas com necessidades especiais, cadeirantes, crianças e idosos).
-compostagem de objetos orgânicos e transformação em adubos e fertlizantes
-coletas seletivas de objetos usados e reciclaveis
-biodigestores para processamento de esgotos

Outra obra já concluida em Jacareí-SP para o Centro de Integração Brasil-Japão, patrocinado pela O.I.S.C.A do Japão , destinado à comunidade da região como:
-creche para crianças até 5 anos
-cursos profissionalizantes para adultos homens e mulheres
-ambientes e salas só com usos de insolação e ventilações naturais
-materiais de construção com  ”low tecnologies” como pilares de árvores de eucaliptos autoclados, paredes de adobe de barro feitos “in loco”, cobertura de telhas produzidas com cimento e todo tipo de de papeis e embalagens compostados de jornais, balas, plasticos, etc,estrutura de madeiras de replantio- coletores solares para aquecimento de água
-água potavel de nascentes naturais do local e filtradas e tratadas
-circulações universais para pedestres sem barreiras
-coleta seletiva de objetos usados e reciclaveis
-biodigestores para processamento de esgotos
-compostagem de objetos organicos e transformação em adubos e fertilizantes

Essa é uma parte do mundo que o meu pai também está construindo no seu entorno.

Nos EUA e Canadá continuo na aliança Be The Change, onde cada um está mudando hábitos não sustentáveis, com a finalidade de cuidar melhor do planeta e transformá-lo no mundo que queremos viver. É um processo mais lento e segue o ritmo dos 60 membros, portanto, não conseguirei contar os resultados até o final do Caminho do Guerreiro. Darei mais ênfase para a ação do CUIDAR DO OUTRO.

DEVER DE CASA: As reuniões serão principalmente virtuais (e-mail e Skype), por inviabilidade física de encontros pessoais com pessoas de cada parte do mundo. No entato, as pessoas que estão na Nova Zelândia os encontros serão em cafés de Auckland.

Tarefa: Mostre-nos a lista de melhoria que poderia fazer no seu entorno (prédio, bairro, escola, escritório).

Agora escolha uma delas e apresente em detalhes como você melhoraria esta situação.

PRAZO: Meia noite do dia 25 de Março. Você tem 4 dias para completar o passo 3.

RECURSOS: Textos, fotos, vídeos, desenhos, mapas mentais, tudo o que for necessário para que o lugar e a ação que escolheu fiquem claros!

DICA: Equilibre utopia e materialização, seja prático, seja simples, seja surpreendente.

DEVER DE CASA: Se você seguiu o nosso conselho de COMPARTILHAR o Caminho do Guerreiro será desde o começo mais fácil. Comece a procurar na sua rede e no próprio jogo, parceiros para concretizar sua ideia.

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Uau! Que difícil! E agora? Além da língua maori-inglês ser super difícil para mim, penso que as pessoas daqui são muito fechadas e não faço a menor ideia de como encontrar parceiros para mudança. É o que tenho procurado nos últimos 9 meses e sinceramente, não tenho tido muito sucesso. Qual parcela do meu entorno eu vou escolher? Afinal meu entorno tem várias escalas, para cima e para baixo. Dê só uma olhadinha no tamanho do Ser Humano: http://htwins.net/scale2/

O OBJETIVO DO PLANO É: SEMEAR GESTOS DE GENTILEZA, CUIDAR DO PLANETA E CUIDAR UM DO OUTRO.

I. EM AUCKLAND CITY, NOVA ZELÂNDIA:

Primeiro: Cenário atual do meu entorno (O que há?)

  • a) Falta interação entre os moradores do prédio: no elevador, no hall de entrada; corredores em que as portas estão sempre fechadas e que os moradores só tem acesso ao seu próprio andar; um mural do prédio, que está sempre vazio
  • b) Falta interação entre as pessoas na rua: a cultura da NZ é mais reservada e cada um vive bem isolado do outro, pelo menos no centro da cidade.
  • c) Falta respeito e cuidado com o Meio Ambiente: lixo jogado na rua; garrafas de cerveja jogadas no banco da praça;uma latinha de refrigerante jogada em outra árvore na frente de casa
  • d) Falta o cuidar do outro: um carrinho de supermercado? Sim! Tem gente que traz lá do supermercado (10min de casa) e deixa assim, largado na frente do prédio; as cartas indesejadas são jogadas em cima das pobres plantas do hall de entrada de casa; ainda existem muitos morados que mal seguram a porta para o próximo entrar no prédio

Segundo: Comecei a buscar pessoas para me ajudar nesse plano (Quem está envolvido? )

a) Falei com o síndico do prédio (que não mora nesse prédio), para discutir sobre as melhorias possíveis:

  1. Falei que quero doar o meu cesto de lixo de casa para que as pessoas deixem as cartas indesejadas neste lixo do hall. Ele disse que os moradores são muito preguiçosos, e mesmo assim, vão continuar jogando por aí. Além disso, o espaço é muito “pequeno” na opinião dele.
  2. Perguntei se eu poderia utilizar o mural do prédio para colocar informações sobre o descarte correto do lixo reciclável. Ele falou que o quadro é só para colocar vagas de estacionamento disponíveis.
  3. (Ele, já impaciente, olhou para o seu relógio) Pedi então o email dele para, caso eu tiver alguma ideia, falar com ele antes de implantar qualquer coisa. Ele, muito de má vontade, me deu o email.
  4. Como se não bastasse, ele me contou uma história para finalizar a conversa, em que no final ele disse: “você pode dar água para o cavalo, mas jamais fará com que ele beba”. Ai meu deus!!!! Tenho mesmo que ouvir isso???

b) Fui encontrar com pessoas que querem também fazer alguma transformação no mundo. É a abertura de um local chamado The Kitchen, inspirado no The Hub London. Na verdade, é apenas uma festa de abertura e nenhuma roda foi realmente chamada durante o evento. Saí depois de 2 horas, quando a música começou a atrapalhar até as conversas das pessoas.

Conheci algumas pessoas legais, com ideias das mais diversas e a maioria das pessoas estavam no evento para saber se era lá que gostariam de trabalhar. Interessante e o que mais valeu a noite, foi o esclarecimento do que os Kiwis pensam em geral, sobre Mudança Social. Tive vários insights conversando com um Cambojano que cresceu na Nova Zelândia e acabou de retornar de uma viagem de 1 ano na África. Ele me deu algum as dicas, mas sabia que aqui é um país complicado para o que procuro, principalmente no centro da cidade, onde eu vivo. Disse que aqui, a ação comum é doar dinheiro para instituições. Cerca de 50% da população doa dinheiro, mas dificilmente eles procuram fazer algo muito “mão na massa”.Assim, defino o plano possível de ser feito aqui nessa terra, e também, o plano que posso fazer à distância.

c) Busquei a ajuda de Guerreiros Sem Armas das outras edições, para encontrar uma luz no fim do túnel.

Terceiro: O PLANO (Como?). O que mais me incomodou morando aqui no último ano foi a falta de GENTILEZA das pessoas, o CUIDAR do outro e do planeta. Sendo assim, eis o plano para a Nova Zelândia:

-Objetivo: Cuidar do outro através de gestos de Gentileza

-Local de atuação: ruas de Auckland e hall do meu prédio

ALÉM DISSO, EM OUTROS LUGARES: existe uma onda de positividade…

II. NOS EUA – AÇÃO de CUIDAR DO PLANETA: Participo de uma rede chamada Be The Change Alliance, com cerca de 60 pessoas fazendo pequenas ações no seu dia a dia, por um mundo melhor. Apesar de ser uma rede mundial, a maioria das pessoas são dos Estados Unidos e Canadá. Nos encontramos a cada 2 semanas para discutir o que temos feito em nossas vidas para essa mudança, com metas, resoluções e acompanhamento. O Plano é fazer a minha parte neste círculo e acompanhar, dando todo o suporte necessário às outras ações das pessoas deste círculo.

Meu pai, no Brasil, enviará mais informações sobre os projetos de arquitetura que ele está envolvido, relacionados ao tema de Sustentabilidade.

III. NO BRASIL – AÇÃO de CUIDAR DO OUTRO: No Brasil, estou encontrando muito mais pessoas interessadas em me ajudar.

  • No post passado, contei que a minha mãe começou a multiplicar os conhecimentos sobre Reciclagem entre vizinhos e amigos.
  • Meus amigos já estão fazendo diferentes ações em seus trabalhos e estou colhendo mais histórias de Gentileza via Redes Sociais.

Num país em que as pessoas são mais individualistas, me dá forças enxergar o que meus amigos e rede estão fazendo também. Cada um, fazendo o que é possível no seu entorno.


 GRATA, GRATA, GRATÍSSIMA, AMIGOS E FAMÍLIA!!!

TAREFA: Hoje o mundo consome 30% a mais do que seus recursos podem ser renovados. Então, vamos começar a fazer a nossa parte. Conhece a Teoria dos 3R’s? REDUZIR, REUTILIZAR, RECICLAR. Isto vai orientar as ações do segundo passo.

1. REDUZIR: Você anotou suas pegadas de carbono? Conte-nos qual é a sua emissão de carbono e faça um plano de ação para economizar de verdade em uma semana. Depois nos mostre como conseguiu diminuir suas emissões e qual foi seu número final.

2. REUTILIZAR: A ideia é usar o mesmo produto de diferentes maneiras para que ele não vire lixo depois que foi usado da maneira original. Isto não tem a ver somente com lixo, mas com coisas que você não usa mais e que ficam fazendo volume na sua casa, como roupas, livros, entre outras. Faça uma lista de tudo o que você pode e de que maneira vai reutilizar itens do seu dia-a-dia durante uma semana.

3. RECICLAR: A atitude de reciclar diminui a quantidade de lixo a ser tratada e eliminada; contribui significativamente para a redução da extração de matérias-primas necessárias à produção  de  novos  bens  de  consumo. Descubra o que pode ser reciclado na sua vida em uma semana, faça uma lista e mostre-nos como conseguiu reciclar estes itens.

PRAZO: Meia noite do dia 21 de Março. Você tem uma semana para realizar o PASSO 2.

DEVER DE CASA: FAÇA UMA LISTA DO QUE PODE SER MELHORADO NO ENTORNO EM QUE VIVE (prédio, bairro, escola, escritório).

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Minha emissão de carbono, conjuntamente com o meu namorado é de 3,804 pounds de CO2 por ano (ou 1,902 por pessoa). Meu consumo aqui na NZ não é tão alto, portanto, contei com a ajuda de amigos para esta tarefa. Acho que é mais divertido e aprendemos uns com os outros. Vamos ver o quanto economizamos em rede!

1. PARA REDUZIR

1.1 – NO ESCRITÓRIO

    • Papel: Tentei programar a impressora para imprimir frente e verso como modo padrão, mas ela não tem essa opção. Então, estou usando manualmente os dois lados dos papéis.
  • Ainda não me acostumei direito, mas estou tentando usar o E-book Reader para livros e textos.
  • Tinta: Instalei a versão gratuita da Ecofont no Word para economizar de 20 a 50% de tinta na impressão.
  • Plástico: Copo de água reutilizáveis para treinamentos, aulas, cursos, trabalho etc. Meu amigo Uli* já fez a sua contribuição na empresa (Agência de Publicidade), assim como os colegas de trabalho também aderiram. Ele comenta: “eu deixei de usar 4 ou 5 copos por dia……20 dias no mês, faz a conta: 100 copos plásticos!”
  • Energia:
a)Monitor em stand-by quando vou almoçar ou fazer qualquer outra coisa
b)Ao viajar, saio desligando todas as tomadas e aparelhos da casa
c)Não estou mais deixando o aparelho “dormir” carregando. Ou seja, dou a carga e retiro-os da tomada após o tempo necessário
d)Uso sempre a luz do sol, abrindo bem as janelas e cortinas durante o dia. De presente, vi 5 passarinhos entrarem na minha casa durante a semana.
e)Comecei a fazer uma ‘To Do List’ antes de ligar o computador (Usar o notebook 3h por dia, durante 30 dias conome 6,75 kWh)
f)Temos réguas de tomada individual e estou me acostumando a desligá-as durante a noite = economia de 10 KWh ou R$3,00 mensalmente, por aparelho
  • Combustível:
Eu e o Ro* não temos carro, então sempre fazemos tudo andando. Usamos o ônibus apenas uma vez ou outra, para passear. Já em Sampa sabemos que a história é bem diferente. Minha mãe resolveu ir até o ponto de ônibus e metrô andando, ao invés de ir de carro até lá (considerando que a minha mãe tem quase 70 anos!). O Da* resolveu participar ativamente esta semana e deixou o carro na garagem. Essa economia é pra valer! Um super exemplo! Obrigada de coração, irmãozão!!!!

1.2 – NA COZINHA

  • Água: Lavo a louça apenas quando a máquina está lotada, e nesta semana usei o método europeu para lavar as louças grandes. Para nós, brasileiros é bem esquisito e nem parece muito higiênico. Mas a novidade é: duas pias não é chique, é para economizar água! E os neo-zelandeses só lavam assim (e já vi americanos também) e estão vivos até hoje. Portanto, que mal há neste método?
  • Alimentos orgânicos:

Às vezes é difícil evitar, mas estou diminuindo a carne e produtos embalados. No sábado eu e o Rô* fomos no mercado livre em Parnell (é uma farmer’s market), hoje comprei no mercado oriental, que não tem embalagens e almocei durante a semana em um lugar que só vende comida vegetariana e produtos social e ambientalmente responsáveis em Newmarket (adoro comer lá). Ainda não consigo ser vegetariana como a Oli* que consegue ficar a semana toda sem carne.

  • Lixo:
a)Utilizo o triturador de alimentos da pia quando possível, para diminuir o lixo. O ideal seria compostagem, que a minha irmã Li* faz na casa dela e recentemente, minha mãe também começou a fazer no quintal lá do Brasil.
b)Eu tomo água filtrada, ao invés de engarrafada, mas a minha amiga Stitch* contou que a Crystal está fazendo um plástico ecológico (20% a menos de pástico, facilitando a reciclagem e consumindo menos energia). Ela está consumindo esta água ao invés das outras marcas, pelo diferencial do plástico. Antes de jogá-las no lixo reciclável, não esquece de amassá-las, para reduzir o volume. Valeu pelas fotinhos e pela escolha, Stitch!
c)Usamos o “plunger” para café, que não precisa de coador de papel.
d)Sacolas plásticas biodegradáveis ou sacolas retornáveis: Recebi fotos e materiais da Su*, Stitch*, Oli* e tenho as minhas aqui. Ponto para a nova lei no Brasil! (Ainda falta isso aqui na NZ.)
e)Minha mãe também diminuiu as compras de supermercado (geladeira mais vazia = economia de lixo e energia) e produtos embalados: “Controlo as idas ao supermercado e nao trago embalagem ,papel,sacos plásticos e ate reduziu lixo reciclavel. Já as verduras e o pó de cafe estao indo para o vaso no quintal” (compostagem) – BRAVO, Mammy!
1.3 – NA ÁREA DE SERVIÇO
  • Energia e água
a)Seco as roupas no varal ao invés de secadora. A Oli* também faz isso, mesmo tendo secadora em casa.
b)Verifiquei a economia de energia e água das máquinas

c)Substituí o ferro de passar roupa por água e sol. Essas ideias são todas do Ro* que mora comigo:
-aproveito o vapor do banho para deixar alguma roupa esticada
-estico bem as roupas no varal
-borrifo água e estico o tecido (este da foto está sendo utilizado diariamente há 1 mês e a água ainda não acabou)
  • Uso de produtos biodegradáveis: Eu, a Oli* e a Sú* fizemos a nossa opção:

1.4 – NO BANHEIRO

  • Água:
a)Banho de 15 minutos = 243 litros de água. Fechando o registro ao ensaboar e reduzindo 5 minutos, o consumo caiu para 81 litros. Para ficar mais prazeroso contar o tempo, conto o tempo de músicas que escuto no banho. De 3 músicas, passei para 1! Calcule o seu!
b)Lavo o rosto ou peças íntimas em menos de 1 minuto = 16 litros de água. A dica é não demorar e fechar a torneira enquanto ensaboa.
  • Lixo
a)Utilizo papel higiênico biodegradável, feito de algodão e bambu que pode ser jogado na descarga, evitando lixo.
b)Por causa dos meus problemas de pele, só uso sabonetes e condicionadores orgânicos, sem sal e muita química.

c)É fútil, eu sei. Mas o Brasil é o 2o maior consumidor de esmaltes DO MUNDO!!! Comprei há alguns meses um kit para unhas que além de rápido (15 segundos por unha) não tem a química que um esmalte carrega e hidrata as unhas apenas com minerais marinhos. O segredo está na lixa, que dá o efeito natural de uma base por NZD 50,00.Não comprei esmaltes, acetona, algodão etc durante o ano todo: link do produto.
d)Substituí os absorventes normais, que demoram 100 anos para se decompor, pelo Mooncup. (Uma mulher usa em média 11.000 absorventes comuns durante a vida). Confesso que foi um grande passo para mim. Tive 1 ano para maturar a ideia dessa mudança, mas fiz a minha opção, pedi pela internet e já estou usando. O preço de um será compensado em 4 meses. Foi uma economia de $din-din$ para os próximos 8 a 10 anos e os Oceanos agradecem.

2. PARA REUTILIZAR:

Essa parte está sendo a maior diversão para mim. Usar o mesmo produto de diferentes maneiras para que ele não vire lixo depois que foi usado da maneira original. Busquei na internet e descobri que tem tanta ideia legal, e a gente pode sempre criar ainda mais!

Processo de reutilização dos rolos de papel higiênico:
2.1 – Embrulho para presentes pequenos, como esse chaveiro que vou dar para as minhas sobrinhas quando chegar no Brasil:

2.2 – Encapei a caixa de sucrilhos, pintei, escrevi e desenhei = virou um super organizador de fios e cabos para a casa!

2.3 – Para os sacos plásticos com zip, lavei e usei novamente, assim como os potes de vidro:

2.4 – Livros: doações para a Auckland City Libraries. Minha mãe também está fazendo uma revisão (e posso dizer que deve estar sendo sim, uma revolução) na casa dela.

2. 5 – Revistas: doações para a minha antiga escola World Wide School e o meu amigo Ed* trabalha com revistas, e está doando as que ele compra para um estabelecimento chamado Laura Aguiar, na Zona Norte de SP, para serem reutilizadas.

2.6 – Roupas: doações para a Recycling Clothing Bin at Parnell School. A Oli* ainda acrescentou”não tenho coisas desnecessárias armazenadas em casa, somente o que é efetivamente utilizado, até porque não caberia, moro em um ap de 28 metros quadrados e quando compro algo do tipo, uma roupa, um sapato, tenho que usar a seguinte lógica: qual peça será  doada para que esta entre em meu guarda roupa? ”

2.7 – Utensílios de cozinha: doações para a Red Cross NZ

2.8 – A Oli* é a maior inspiração nesta área. Ela sempre me ensinou a usar vários materiais diferentes para decoração, artesanato, utensílios etc quando trabalhávamos juntas. Sobre o lixo dela, ela escreveu: “eu tinha a doação de todos os meus materiais descartados, exceto orgânico, que angariava fundos para manter 7 creches e 3 centros de juventude do Serviço Social e Promocional Perseverança”.

3. PARA RECICLAR

3.1 – EM CASA

  • Atualmente, já divido o lixo para reciclagem de vidro, plástico, papel e alumínio. O mais legal, é que encontrei um monte de gente que também faz: Ro*, mãe, pai, Li*, Tha*, Uli*, Oli*, Su*:
  • Meus pais separam e deixam nas lixeiras de coleta seletiva do Pão de Açúcar,
  • O Uli*  deixa na coleta da Praça Buenos Aires
  • Eu, o Ro*, a Tha*, a Su/Ma*, Oli/Ro* temos coleta seletiva no prédio. A Oli* contou também que os resíduos para a coleta seletiva do prédio dela é vendida para uma empresa que destina cada recurso para a respectiva reciclagem e a verba da venda do material selecionado é destinado para promover benfeitorias no condomínio. Bem bacana!
A Su* também me mandou as ações do prédio dela e estou tentando implementar no meu:
-lixos (orgânicos/recicláveis) nos corredores
-quadro informativo sobre como separar o lixo

Além disso, em sua casa, ela
-usa papel reciclado
-recicla as cápsulas de café Nespresso
-recicla o óleo de cozinha

3.4 – NO TRABALHO
A minha amiga “Gêmea”* contribuiu com as ações da sua empresa e disse: “Aqui na minha área ninguém tem cesto de lixo na mesa. Todo o lixo é depositado em ilhas de cestos de coleta seletiva como essa da foto. Por enquanto só enviamos para a reciclagem o papel e o plástico (através de cooperativas) , mas esperamos reciclar tudo em um futuro próximo.”
Lá no Hospital das Clínicas tem iniciativa até do Governo de São Paulo:

Minha mãe resolveu compartilhar a ideia e foi perguntando na vizinhança como eles faziam reciclagem. Descobriu que a Coleta Seletiva semanal não estava funcionando bem e a escola da rua desistiu de reciclar. Tem uma amiga que trabalha com eventos que também está com uma pilha de material a ser recolhido. Como ela é muito rapidinha, já está pensando em como poderá ajudá-los a levar o lixo reciclado até os pontos de coleta.

Parabéns a todos vocês que já estão REDUZINDO, REUSANDO E RECICLANDO tudo o que é possível!!!

Amigos que ajudaram nesta tarefa:
  1. Ro*
  2. Pai
  3. Mãe
  4. Da/Ti*
  5. Li*
  6. Thá*
  7. Sú/Má*
  8. Ed*
  9. Uli*
  10. Stitch*
  11. Oli/Ro*
  12. Gêmea*
* A pedidos, estou preservando as identidades. Eles se reconhecerão nesses nomes.
A emissão de carbono da minha casa (2 pessoas), com todas as reduções caiu para  2,154 pounds of CO2 por ano (1,077 por pessoa), ou seja, reduziria 1,650 pounds em casa . Mas o que é melhor: não sou só eu que estou diminuindo a minha Pegada Ecológica, mas sim, todas essas pessoas maravilhosas que me ajudaram!

DEVER DE CASA: LISTA DO QUE PODE SER MELHORADO NO ENTORNO (prédio, bairro, escola, escritório).

  • Destinação correta do lixo (tem gente que coloca o lixo na porta de entrada)
  • Lixo de papel para cartas indesejadas (atualmente jogam nas plantas do hall)
  • Instalação de sensores de presença no ‘Basement’ (a luz está sempre ligada)
  • A prática da Gentileza do tipo segurar a porta do elevador, falar bom dia, não fechar a porta do hall na cara dos outros…



3.2.1….Começou!!!

I.Quem estou: Diga como você se sente neste seu momento de vida.

Aqui vai um vídeo que ilustra as minhas descobertas:
Sou uma pessoa que celebra a vida todas as manhãs, agradecendo a oportunidade de viver. Atualmente, tenho recebido com gratidão o que o dia tem a me oferecer. Vivo perto da natureza, mesmo dentro de uma cidade grande. Mas estou dentro de uma crisálida transparente, me preparando para os próximos passos, ansiosa para a transformação que está por vir.
Depois responda:
a. Você tem dúvidas profissionais? Quais são?
Me pergunto qual será a  forma que os meus talentos devem ser oferecidos para este mundo que vivemos.Sou Facilitadora de Processos de Aprendizagens, e estou ouvindo o chamado do Brasil para colocar a minha força e energia na minha terra natal.
b. Quais são seus melhores sonhos?
Sonho com crianças livres (considerando também entre elas, os adultos que permitem o seu Ser-criança aflorar). Estas, tem a autonomia e responsabilidade pelas suas escolhas. Brincam e ao mesmo tempo, buscam os seus sonhos. Elas entendem que o Universo é muito maior que elas mesmas e precisa de respeito e cuidado.
c. Quais são seus maiores desafios?
Estudei muito durante a vida inteira. E quando digo estudei, não foi só entre 4 paredes, mas sim, deitando e rolando na vida, viajando, brincando, conversando, lutando, e dando a cara para bater, pois é assim que aprendo. O meu maior desafio atual é utilizar com sabedoria tudo o que aprendi em prol da educação que acredito. Para isso, é necessário enxergar cada Ser como único e especial, para melhor poder servi-lo.
II. Minha ação: Você já fez algo que demonstra que você já é um Guerreiro Sem Armas? Conte para nós! Se tiver fotos, vídeos, links destas ações, pode postar!!!
Em empresas:
Fiz parte de  um pequeno grupo de funcionários ousados, que queriam pensar juntos, em como falar de sustentabilidade de uma forma gostosa, divertida, mas sem perder a seriedade do assunto. Essas foram as etapas do projeto:
1.Reconhecer as ações sustentáveis que já aconteciam na casa dos funcionários e reconhecê-las como uma Boa Prática.
2.Descobrir o que já era feito dentro da empresa, além de descobrir, juntos, novas formas de melhorar.
3. Publicar um álbum de figurinhas mostrando as ações das pessoas, empresa, comunidade do entorno, parceiros, fornecedores, país e mundo. A distribuição foi gratuita e a maior agitação de troca de figurinhas e informações entre todos os 1500 funcionários (inclusive terceirizados) http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/abril/inovacao-album-sustentabilidade-grafica-abril-506315.shtml
4.Elaborar um concurso interno, para que eles escrevessem o que entenderam do álbum. Tudo era optativo e quem participou do “jogo” se divertiu muito. http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/abril/nossa-grafica-nosso-mundo-concurso-album-sustentabilidade-518725.shtml
5. Os vencedores ganharam bicicletas, para que pudessem ter uma alternativa de transporte para lazer ou trabalho.
Na Educação que acredito:
Sempre acreditei no método Aprender Fazendo. Mas descobri que esse é o meu método. Existem inúmeros outros métodos, e cada pessoa prefere um.
Sendo assim, resolvi aprender junto com cada faixa etária.
1.Fui voluntária no Movimento Escoteiro por 4 anos, liderando um grupo de 30 a 40 adolescentes de 15 a 18 anos todos os sábados. Cresci neste grupo escoteiro, e a minha melhor forma de agradecer, foi oferecer atividades e desafios como recebi quando era adolescente.
2.Trabalhei em um berçário com bebês de 0 a 3 anos de idade, onde pude co-criar um ambiente mágico para as crianças e ao mesmo tempo, ajudá-las em seu desenvolvimento.
3.Vim para a Nova Zelândia e trabalhei num programa chamado After School e School Holiday com crianças de 5 a 13 anos de idade.Passava a tarde inteira com elas, escolhendo com elas quais atividades seriam feitas no dia, incluindo lições de casa e brincadeiras, até o momento em que seus pais saíssem do trabalho para buscá-las.
Aprendi com as crianças e professoras, além de estudar Psicologia, Educação Democrática e Antroposofia. Agora, quero construir a Educação que acredito. Para isso, tenho organizado minhas ideias no link: http://heidihirano.wordpress.com/
DEVER DE CASA:  Queremos saber a quantas anda sua pegada de carbono (carbonfootprint). Por favor, use a seguinte calculadora e anote seus resultados.
Minha emissão é de 3,804 pounds de CO2 por ano.
Fiz também em outro site e descobri que para suportar o meu consumo atual, eu precisaria de 2.6 Planetas Terras! Que vergonha…
Meu nome é Heidi e assim eu disse HEY!

Recentemente, decidi participar do Guerreiros Sem Armas 2012, organizado pelo Instituto Elos. Como parte do processo seletivo, divulgarei todas as tarefas necessárias neste blog, específico para este fim. E conto, acima de tudo, com a ajuda e apoio de todos os amigos, familiares e colegas de jornada para a realização das tarefas.

Este programa de 1 mês de duração é uma metodologia de ensino completamente diferente das tradicionais.

Além do convite acima, coloco também o vídeo que assisti diversas vezes nos últimos anos, que me inspira e me dá energia para ser uma Guerreira Sem Armas:

Que comece o jogo!